Novo

Memória E Identidade Do Povo Xetá

75 reais

em 12x 7 reais con 15 centavos

Enviando normalmente

Envio para todo o país

Saiba os prazos de entrega e as formas de envio.

Estoque disponível

Devolução grátis

Você tem 30 dias a partir do recebimento do produto para devolvê-lo, não importa o motivo!

Garantia

Compra Garantida com o Mercado Pago

Receba o produto que está esperando ou devolvemos o seu dinheiro

Garantia da loja

Garantia do vendedor: 3 meses

Meios de pagamento

Boleto parcelado em até 12x

Mercado Crédito

Cartões de crédito

Pague em até 12x!

Mastercard
Hipercard
Elo
Visa

Cartões de débito

Mastercard Débito
Elo Debito
Visa Débito

Pix

Pix

Boleto bancário

Boleto

Características principais

Título do livroMemória e identidade do povo Xetá
AutorMaria Angelita Djapoterama da Silva
IdiomaPortuguês
EditoraAlexa Cultural
FormatoPapel

Outras características

  • Tipo de narração: Manual

  • ISBN: 9786587643625

Descrição

Um livro como o que o leitor tem agora nas mãos bem poderia dispensar o prefaciador de sua tarefa. O argumento de que trata é múltiplo como o mundo sobre o qual reflete, embora possa ser condensado numa única frase: a identidade de um povo. E de um povo inexistente. Essa característica do texto já seria suficiente para garantir uma boa dose de assombro (e de alumbramento) ao curioso leitor, convidando-o a saltar todos os preâmbulos e a começar a percorrer as suas páginas.
Antes que ele o faça, porém, eu preciso explicar o significado da menção feita acima a um povo inexistente, pois era bem isso o que diziam os livros e alguns documentos oficiais sobre o povo Xetá – o protagonista desta obra. Ora declarados extintos pela memória oficial e pelos meios de comunicação (quando episodicamente por ele se interessavam), ora aceitos como existentes em vista dos movimentos políticos de resistência, esse povo poderia ser considerado como mais um dos povos da floresta cuja história se caracteriza pela dispersão.
Mas esse grupo humano singular, forçado a dispersar-se num processo de colonização conduzido sem que se levasse em conta a sua presença ancestral no território, vem bravamente enfrentando as dificuldades para mostrar-se, para tornar-se visível, concreto, real nos seus sobreviventes, nas suas histórias, na sua língua, nos seus feitos e, sobretudo, na sua memória.

Luiz Roberto Evangelista