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As Relações Entre Jk E Salazar Sobre A Ótica Da Imprensa

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AS RELAÇÕES ENTRE J.K E SALAZAR SOBRE A ÓTICA DA IMPRENSA LUSO-BRASILEIRA José Luiz Amaral Figueira 14x21cm 44 páginas ISBN 978-85-63354-46-4 Buscando compreender a posição que o Brasil vem querendo ocupar no mundo, sobretudo no Conselho de segurança da O.N.U., notamos que a formação da C.P.L.P (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) demonstra uma faceta da estratégia usada pelo Brasil em busca de apoio para fortalecer sua posição no mundo. A idéia embrionária desta organização iremos encontrar no Tratado de Amizade e Consulta de 1953 e nas relações entre Portugal e Brasil durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956 – 1960). Para analisar as relações entre J.K e Salazar, parti do que foi registrado pela Imprensa Luso-Brasileira, na busca de informações que demonstrassem a relação de uma democracia com uma ditadura, verificando entre outras coisas, o intercâmbio comercial e cultural entre os dois países, bem como a imigração que houve entre ambos. Estruturei este trabalho em três capítulos, que nomeadamente são: “O Capitalismo na 2ª metade do século XX; “As relações entre uma democracia e uma ditadura (J.K e Salazar)” e “Como a imprensa nos ajuda a compreender as relações entre Estados na sala de aula”. Os capítulos 1 e 2 por serem amplos acabaram por serem divididos em sub-capítulos. Ao pesquisar o assunto cheguei à conclusão que houve muito discurso político e poucos avanços na prática, pois o Tratado de Amizade e Consulta, só foi regulamentado em parte, a Comunidade Luso– Brasileira não se constituiu numa realidade jurídica até 1960, e as trocas comerciais não evoluíram entre os dois países. Já o intercâmbio cultural ficou muito mais pela conta dos imigrantes portugueses no Brasil do que propriamente por uma ação governamental. É importante lembrar que o número de portugueses morando no Brasil no período estudado aumentou, ficando entre 800 mil a 1 milhão de pessoas, enquanto o número de brasileiros em Portugal na mesma época ficou em torno de 4 mil pessoas apenas.